UFSC » Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina
Mantém e divulga as fortalezas históricas

Fortaleza Informa
Publicado em 02/06/2014 às 16:41

Obras de Restauração na Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim

 

Informamos que estamos com obras de restauração em andamento na Fortaleza de Santa Cruz, na Ilha de Anhatomirim, desde setembro de 2013.

No mês de maio passado, iniciamos os serviços de recuperação do antigo QUARTEL DA TROPA.Portanto, o referido edifício encontra-se  INTERDITADO À VISITAÇÃO PÚBLICA.

Solicitamos a todos os visitantes que respeitem os “tapumes” de isolamento  instalados  para segurança dos visitantes e servidores da fortaleza.

Lamentamos pelos eventuais transtornos causados e ressaltamos que a manutenção das edificações é essencial para a PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL.

O prazo de conclusão das obras está previsto para NOVEMBRO de 2014.

9º Reveza 10 – Ilha de Anhatomirin
Publicado em 15/05/2014 às 18:10

Acontece no próximo sábado dia 17 de maio de 2014, a 9ª Edição do Reveza 10.
O maior evento de revezamento de natação no mar do Brasil, talvez o maior do mundo!
São 23 equipes , vindas de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Cada equipe é composta de 10 atletas e cada um da uma volta na Ilha Nadando!
Entre os participantes esta Marcus Mattioli, medalhista Olimpico do Brasil, e o melhor atleta de natação máster do mundo!

As escunas com os danadores saem do trapiche da Bahia do Golfinhos a partir das 7h30 da manha!

O evento atrai para a região atletas e familiares, que fazem uma viagem com esporte, cultura, gastronomia e lazer!

Contatos pelo telefone 48 99623748

 

COMUNICADO: Novo endereço da Coordenadoria do Projeto Fortalezas
Publicado em 08/03/2014 às 0:17

A Coordenadoria do Projeto Fortalezas está atendendo em novo endereço, confira:

Centro de Cultura e Eventos ( ao lado do banco Santander)

Informações: 48 3721 4432

Lançamento do edital para uso dos espaços físicos do projeto Fortalezas 2014/2015
Publicado em 07/03/2014 às 15:31

Ilha de Anhatomirim

A Secretaria de Cultura (Secult) da UFSC torna público o edital Espaço Vivo  – Fortalezas 2014/2015, que trata da ocupação das Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, Fortaleza de São José da Ponta Grossa e Fortaleza de Santo Antônio de Ratones. O Edital 01/2014 tem  por objetivo a seleção, por meio de uma Comissão designada pela própria SeCult, de propostas para a ocupação dos espaços públicos das Fortalezas nas áreas de eventos acadêmicos, científicos, culturais, educacionais, religiosos e artísticos a serem realizados no período de 30 de abril de 2014 a 29 de abril de 2015. As inscrições são gratuitas e ocorrem de 10 a 30 de março de 2014.

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SeCult lança edital para uso dos espaços físicos do Projeto Fortalezas
Publicado em 07/08/2013 às 13:12

A Secretaria de Cultura (Secult) da UFSC lança, dia 30 de julho, terça feira, o edital Espaço Vivo 2013 – Fortalezas 2013/2014, que trata da ocupação das Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, Fortaleza de São José da Ponta Grossa e Fortaleza de Santo Antônio de Ratones. O Edital 002/2013 define os critérios para a seleção de propostas, de uso precário e eventual, nas áreas acadêmica, científica, cultural, educacional, religiosa e artística a serem realizadas entre 15 de setembro de 2013 e 30 de março de 2014.

A iniciativa atende à Lei 6.120, de 15 de outubro de 1974, que dispõe sobre a alienação de bens imóveis de instituições federais de ensino e à Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, conhecida como Lei de Licitações.

Podem participar da seleção pessoas físicas ou jurídicas, mas é vedada a participação de servidores efetivos da UFSC e parentes em até 2º grau dos membros da Comissão de Seleção prevista no Edital. As inscrições são gratuitas e ocorrem de 30 de julho a 30 de agosto de 2013.

Critérios

Para selecionar as propostas, a Secult vai nomear uma comissão própria, formada por três membros. Esta equipe  vai analisar os projetos a partir de 12 critérios classificatórios como a experiência do proponente; gratuidade do evento; abrangência social da proposta. A valorização da cultura local e o compromisso com a visibilidade aos grupos sociais discriminados e marginalizados são outros critérios – previstos no edital – a serem considerados pela comissão.

Os valores de locação dos espaços públicos são regidos por resolução específica do Conselho de Curadores da UFSC, aprovada em novembro de 2010.

Serviço:

Lançamento do edital: 30 de julho de 2013

Inscrições: 30 de julho a 30 de agosto de 2013

Divulgação do resultado: 15 de setembro de 2013.

Execução dos projetos selecionados: 15 de setembro de 2013 a 30 de março de 2014.

Informações: (48) 3721.8302 – www.secult.ufsc.br

Lançamento do livro Florianópolis: História e Arquitetura
Publicado em 21/06/2013 às 11:39

Hoje será o lançamento do livro Florianópolis: História e Arquitetura, de Anthony Caronia e com textos de Eliane Veras da Veiga e Silvana Leal.

 

O livro foi apresentado em São Paulo na terça-feira dia 18.06.2013 e hoje será  em Florianópolis, na Casa da Memória às 21h30.

A publicação contou com o apoio do Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina/UFSC.

Obra que redescobre manuscrito com história das Fortalezas será lançada em 6 de setembro
Publicado em 31/08/2011 às 10:57

Publicação ilustrada e multimídia de grande importância para reconstituição histórica da vida nas cidades fortificadas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul será distribuída para escolas, meios de comunicação, instituições de memória

Santa Catarina já teve 26 Fortificações de Defesa no século XVIII e o Rio Grande do Sul chegou a erguer 42, das quais sobram oito na Grande Florianópolis e uma em São Francisco do Sul e as ruínas de apenas duas no estado vizinho. Em alguns momentos mais tensos na história das invasões e das disputas territoriais entre Portugal e Espanha, praticamente toda a população da antiga Desterro e do Rio Grande de São Pedro viveu protegido pelas Fortalezas. Examinando-se mapas demarcados dessa época, observa-se que se enfileiravam uma ao lado da outra, formando extensos cordões nas ilhotas e ao longo do litoral. O início dessas construções de defesa coincide com a própria data de fundação dos dois estados, tamanha foi sua importância no desenvolvimento dos povoados. As possibilidades de se conhecer a vida dentro dessas cidades fortificadas e o seu funcionamento esteve por três séculos encerrada dentro de um manuscrito original de 1786 que só agora vem à luz da história com a publicação de uma grande obra que une os esforços da iniciativa individual, pública e privada.

A publicação tardia desse documento inédito pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina e Prefeitura de Florianópolis, com apoio cultural da Unimed, devolve aos pesquisadores e curiosos em geral a chance de conhecer melhor esse capítulo decisivo e ainda obscuro da história do Brasil. O mérito maior cabe à determinação de dois pesquisadores que inscreveram o projeto de publicação explicada, complementada e ilustrada do chamado Códice de Santa Catarina na Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Franklin Cascaes: Roberto Tonera, arquiteto da UFSC, responsável pelas obras de restauração e conservação das fortalezas da Ilha de Santa Catarina mantidas pela universidade, e Mário Mendonça de Oliveira, professor de arquitetura da Universidade Federal da Bahia, condecorado pelo Exército por sua obra de reconstituição da memória militar do Brasil e restauro das fortificações.

Ambos são responsáveis pela organização do livro “As defesas da Ilha de Santa Catarina e do Rio Grande de São Pedro em 1786”, que será lançado em uma data histórica em um lugar também histórico, na véspera do aniversário da Independência do Brasil, em 6 de setembro, às 19 horas, no Palácio Cruz e Sousa. Com uma tiragem de mil exemplares, a obra será distribuída gratuitamente às escolas públicas, meios de comunicação e instituições ligadas à memória e patrimônio. A edição inclui textos introdutórios e explicativos sobre o contexto histórico, mapas, iconografias, plantas das fortalezas da época complementadas com fotografias das fortificações ainda existentes, e um glossário ilustrado que busca auxiliar na compreensão dos termos técnicos do manuscrito, reproduzido em forma de fac-símile, ao lado da transcrição em ortografia atualizada. A obra acompanha ainda um CD–ROM com o conteúdo do material impresso em linguagem multimídia, com recursos de animação tridimensional e links hipertextuais. O lançamento terá a presença do diretor do Arquivo Histórico Militar de Lisboa, Aniceto Afonso, que cedeu os direitos de publicação e assina a apresentação do livro, exaltando-o como “um acontecimento cultural de grande relevo”.

Mas há um primeiro autor que deu início a tudo, quando a forma de registro recorrente da história no Brasil ainda era a dos calígrafos medievais: o engenheiro militar José Correia Rangel. De nacionalidade indefinida, Rangel escreveu de próprio punho o Códice de Santa Catarina do qual seus seguidores partem para compor as 223 páginas do dossiê moderno. Em letra cursiva esmeradamente talhada a pena e no português do século XVIII, Rangel compôs o documento duas partes: a primeira contém o levantamento das fortificações, que na época chegaram a ter uma população de quase mil habitantes, e dos uniformes das tropas da Ilha de Santa Catarina (atual Florianópolis) e do Rio Grande de São Pedro (primeira cidade do estado vizinho). Apresenta ainda relações com quantidades precisas das guarnições militares existentes e dos armamentos e demais petrechos de artilharia, todos quantificados e discriminados com minúcia e precisão. A parte final do documento redescoberto traz um detalhado inventário de todos os mantimentos existentes nos armazéns das vilas gaúchas de Rio Grande, Porto Alegre e Rio Pardo. Extensas listagens de armas, munições, ferramentas, utensílios, móveis, tecidos, vestimentas, medicamentos; objetos de uso pessoal, religioso e militar; acessórios de montaria e veículos de transporte, instrumentos musicais (mostrando que a vida nas fortalezas não era tão dura) entre outros artefatos e equipamentos diversos oferecem matéria prima para historiadores da vida privada e pública.

Em 76 páginas de manuscrito, o autor entremeia 29 estampas coloridas, com desenhos aquarelados dos uniformes, das plantas das fortificações e dos mapas gerais de levantamento dos lugares fortificados das duas povoações. O bom gosto e talento na elaboração do incunábulo revelam a provável formação do autor em escolas jesuítas do Rio de janeiro, biografado no início do livro, conforme mostra sua biografia no início da obra. Pinçados na tropa entre os mais capazes intelectualmente e habilidosos nas artes dos desenhos, os engenheiros se destacavam dos oficiais comuns e da massa inculta dos exércitos coloniais, relegada ao analfabetismo. “Eles foram nossos primeiros urbanistas e projetistas de fortificações, igrejas, palácios, edifícios administrativos e outras obras civis e militares, muitas ainda presentes nos centros históricos das nossas cidades”, explicam os organizadores no prefácio.

Como viviam, como sobreviviam, como se organizavam, como se vestiam, o que comiam, o que consumiam, como casavam e constituíam família, como se divertiam, o que faziam os moradores das cidades fortificadas? Sem saber, o futuro capitão deixou um dos documentos mais antigos e importantes da história das fortificações dos dois estados, uma fonte para historiadores pesquisarem o cotidiano da vida militar, o estudo das fortificações portuguesas no Brasil e para a compreensão das origens históricas dos dois estados.  Antes de ser incorporado ao acervo do Arquivo Histórico Militar de Lisboa, o relatório técnico pertenceu no século XIX ao general de Divisão do Exército Português, Jaime Agnelo dos Santos Couvrer, grande colecionador de manuscritos e foi adquirido em 1919 pela Livraria dos Paulistas, de Lisboa.

Ao tomar conhecimento da existência do documento, em 2006, Tonera, que é também coordenador do Projeto Fortalezas Multimídia da UFSC, enviou projeto ao diretor da instituição portuguesa, Aniceto Afonso, solicitando permissão para que a universidade o publicasse na íntegra com as devidas complementações, transcrições e contextualizações sem os quais seria incompreensível para o grande público. O produto que chegará às mãos do leitor que comparecer ao lançamento é resultado, portanto, de um sonho acalentado durante cinco anos por essa rede de investigadores que começou a escrever, já no século XVIII, o grande Códice das Fortalezas.

SERVIÇO
Lançamento: “As Defesas da Ilha de Santa Catarina e do Rio Grande de São Pedro em 1786 – de José Correia Rangel”.
Organizadores: Roberto Tonera e Mário Mendonça de Oliveira.
Data: 6 de setembro de 2011 – terça-feira
Horário: 19 horas
Local: Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa
Praça XV de Novembro – Florianópolis/SC
Publicação: Editora da UFSC
Patrocínio: Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Florianópolis/Fundação Cultural Franklin Cascaes
Apoio cultural: Unimed Grande Florianópolis
Apoio para o lançamento: Universidade Federal de Santa Catarina;  Projeto Fortalezas da Ilha/ Secarte-UFSC, Projeto Fortalezas Multimídia – UFSC; Museu Histórico de Santa Catarina.

Entrevistas: Roberto Tonera 99636324 projeto@fortalezasmultimidia.com.br

Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)
Contatos: (48) 99110524 – 37219459
raquelwandelli@yahoo.com.br
raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

Ilhas de Santa Catarina guardam belezas históricas e naturais
Publicado em 03/05/2011 às 10:09

Matéria exibida no Jornal Hoje da Globo - Edição do dia 29/04/2011

CLIQUE SOBRE A IMAGEM E VEJA O VÍDEO ESPECIAL Matéria exibida no Jornal Hoje da Globo - Edição do dia 29/04/2011

Anhatomirim e Ratones são destinos mais procurados por turistas. O passeio dura seis horas e custa R$ 45 por pessoa.

Na Baía Norte, entre as cidades de Florianópolis e governador Celso Ramos, fica um dos destinos mais procurados pelos turistas: as ilhas de Anhatomirim e Ratones.

Para chegar até elas, a única opção é o barco. As escunas saem de Florianópolis, uma da praia de Canasveiras, no norte da ilha, e outra do centro, ao lado do cartão postal mais famoso de Santa Catarina, a ponte Hercílio Luz.

O passeio dura seis horas e custa R$ 45 por pessoa. Menor de 12 anos paga meia e quem tem menos de seis não paga nada.

Se tiver sorte, o turista pode até encontrar golfinhos pelo caminho. Eles aparecem com mais frequência durante a manhã. “Pensei que eu ia encontrar um, dois, mas não isso tudo”, diz Caetana Zago Cruz, estudante.

Uma hora e meia depois de partir, o turista chega à ilha de Anhatomirim. A taxa de visitação é de R$ 10. Na ilha fica a Fortaleza de Santa Cruz construída no século XVIII. “O conjunto de fortificações foi muito interessante na consolidação deste espaço no sul do Brasil para a coroa portuguesa. O conflito entre Portugal e Espanha obrigou o governo português a construírem estas edificações para impedirem a entrada na Baía Sul e Baía Norte da ilha de Santa Catarina”, explica Joi Cletison, historiador universal da Universidade Federal de Santa Catarina.

A fortaleza foi tombada como patrimônio histórico e artístico nacional em 1938. Existem 10 prédios espalhados pela ilha. O espaço era conhecido como quartel da tropa, era o alojamento dos soldados portugueses. Hoje os turistas podem explorar tudo.

Na Baía dos Golfinhos, o mar azul é um convite para espantar o calor. No local existem dois restaurantes, que servem peixes e frutos do mar por R$ 15.

De volta ao mar, logo se vê a Ilha de Ratones, onde fica o Forte de Santo Antônio. A construção foi feita com pedras trazidas de Portugal.

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Projeto Fortalezas
Publicado em 24/03/2011 às 11:29

O Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina foi criado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com o objetivo de restaurar e revitalizar as fortificações construídas pelos portugueses no século XVIII para proteger a Ilha de Santa Catarina. Hoje temos totalmente restauradas as fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim (1739 -Ilha de Anhatomirim), São José da Ponta Grossa (1740 – Ilha de Santa Catarina) e a de Santo Antônio de Ratones (1740 – Ilha de Ratones Grande).

O Projeto Fortalezas da Ilha está ligado diretamente à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da UFSC, que mantém as três fortificações abertas à visitação durante o ano todo. O visitante, além de ter contato com os prédios históricos tombados pelo SPHAN em 1938, pode visitar dezenas de exposições e ter contato com a flora, fauna e as belezas naturais da Baía Norte da Ilha de Santa Catarina.

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Agência de Comunicação da UFSC
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