Aprender sobre história também é coisa de criança!

Trata-se de um projeto de educação patrimonial, concebido no âmbito da Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, iniciado no segundo semestre de 2017, que busca aproximar as crianças da educação infantil e ensino fundamental da história das fortalezas de São José da Ponta Grossa, Santa Cruz de Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones e sua vinculação com a história catarinense. O objetivo do projeto é sensibilizar as crianças para a importância de valorizar e preservar as fortalezas da Ilha de Santa Catarina, que são Patrimônio Histórico Nacional, a partir do aprendizado sobre sua criação, uso, abandono, recuperação e transformação em museu ao ar livre. As atividades são compostas por uma “contação de história”, seguida de uma visita à Fortaleza de São José da Ponta Grossa.
Acompanhe abaixo as várias visitas realizadas pelas escolas!


Em 2018, a equipe do projeto “Aprender sobre história também é coisa de criança continua recebendo escolas de educação infantil e ensino fundamental.

Crianças de diferentes escolas são recebidas na Casa da Administração da Fortaleza de São José da Ponta Grossa, onde ouvem a história sobre a disputa territorial entre portugueses e espanhóis e a ocupação da Ilha pelos portugueses; conversam sobre o Sistema Defensivo original da Ilha de Santa Catarina;  observam e conversam sobre o uso de canhões no século XVIII, a partir da observação de uma miniatura de canhão;  e, por fim, caminham pelo belo trajeto até a Fortaleza de São José da Ponta Grossa, onde observam e conversam sobre o mar, embarcações marítimas, cultura da Ilha e uso de cada uma das edificações, avistando, ao final, a Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, que fica do outro lado do mar, em frente à Fortaleza de São José da Ponta Grossa.

Creche Cristo Redentor 06/06/2018


EB Almirante Carvalhal 22/05/2018


NEI Professora Otília Cruz 17/05/2018


CEI Sabor de Aprender 16/05/2018


Colégio de Aplicação/UFSC 25/04/2018


EEB Jurema Cavallazzi 24/04/2018


Colégio de Aplicação/UFSC 18/04/2018


EEB Jurema Cavallazzi 17/04/2018


2017

Escola Sarapiquá participa do projeto de educação patrimonial da Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina/SECARTE/UFSC

Um grupo de educação infantil da Escola Sarapiquá marcou o último dia de atividades do projeto “Aprender sobre história também é coisa de criança”, no ano de 2017.

Antes de ouvirem a história sobre as fortalezas as crianças se organizaram em volta da miniatura de canhão onde conversamos sobre o material com o qual eram feitos os canhões usados nas fortalezas, como eram preparados para atirar, o quê atiravam e como atiravam. A palavra “bala de canhão” suscitou a ideia de guloseimas, assim como, muitas vezes o faz, a patente de “Brigadeiro” do Comandante José da Silva Paes.

Após ouvirem a história as crianças fizerem comentários sobre as fortalezas, fizeram relação com ruinas que teriam em sua escola e perguntaram as razões da Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição, de Araçatuba, não ter sido recuperada como as outras três.

Ao longo da visita na Fortaleza de São José da Ponta Grossa as rendas de bilro chamaram bastante atenção das crianças, que bateram um bom papo com a rendeira, dona Marli, que no Quartel da Tropa tecia suas rendas. Desconstruindo a conclusão das crianças de que para aprender renda precisa ser “velhinha”, dona Marli explicou que seu aprendizado começou bem cedo, aos 10 anos de idade. Na caminhada pelas edificações a maquete de Santa Cruz de Anhatomirim, o paiol da pólvora e a Sacristia, na Capela também provocaram curiosidades e interesse. Conversando sobre a localização do paiol da pólvora e o formato de sua janela as crianças queriam saber o que poderia acontecer se houvesse uma explosão neste paiol.

As atividades foram finalizadas com a observação da Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim a partida das muralhas de São José da Ponta Grossa, a relação com a maquete que tinham recém observado e com um delicioso piquenique no gramado da Casa da Administração, onde analisaram, muito interessadas, os mapas impressos no folder sobre a fortaleza de São Jose da Ponta Grossa.


Crianças da Creche Monteiro Lobato visitaram a Fortaleza de São José da Ponta Grossa para participar do projeto “Aprender sobre história também é coisa de criança”

Crianças da Creche Monteiro Lobato participaram, no dia 24 de outubro, das atividades do projeto de educação patrimonial, concebido pela Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina/SECARTE/UFSC para falar sobre a construção, uso, abandono e transformação das fortalezas da Ilha em museus ao ar livre e visitar a Fortaleza de São José da Ponta Grossa.

As crianças chegaram curiosas, querendo saber o que tínhamos para mostrar. O mini canhão, presente na casa da Administração, foi a primeira atração. Queriam saber se é de verdade, se funciona, como funciona etc. Assim que as convidamos para se organizar para ouvir a história, manifestações de satisfação e alegria foram imediatas e a organização em roda foi acompanhada por sonoros: “adoro história!”. Escutaram a história atentamente, fizeram perguntas e contaram o que sabiam sobre as Fortalezas. Algumas contaram que já haviam visitado a Fortaleza São José da Ponta Grossa e que viram uma rendeira no caminho à Casa da Administração. Após a história observaram e conversaram sobre o triângulo defensivo, localizando-o no mapa. Em seguida caminharam até São José da Ponta Grossa.

Entraram no Calabouço, na Casa da Guarda e no Paiol da Pólvora um pouco receosas em decorrência da pouca luminosidade e da sensação fria que propiciam, para alguns, estes espaços. Subindo as rampas se sentiram mais à vontade para explorar a fortaleza e sua história, querendo saber o que teria a cada novo terrapleno.

Entender que este espaço não é mais utilizado para o mesmo fim e, principalmente, que as pessoas que ali viveram não estão mais vivas, foi um desafio para a compreensão dos pequenos, para quem o tempo distante é ainda um pouco difícil de entender. O misto de curiosidade e medo tornou a Sacristia da Capela – lugar misterioso, pela localização, tamanho, luminosidade – um espaço de interesse para as crianças.

A vista real do triângulo defensivo também foi bem atrativa, especialmente porque os barcos navegando ao mar tornam mais real a história. Eles realmente passam por ali, entre uma fortaleza e outra, onde ocorreria o fogo cruzado, que hoje já não ocorre mais!

A visita foi finalizada com a observação e a elaboração de variadas hipóteses sobre a aparência de uma árvore que está completamente seca, porém continua em pé, como se vivesse. Em uma Ilha onde as histórias de Bruxas ainda estão presentes no imaginário popular, a árvore seca deu margem a muita imaginação.

 


Crianças da Creche Orlandina Cordeiro participam do projeto “Aprender sobre história também é coisa de criança”

Dois grupos de crianças da Creche Orlandina Cordeiro participaram do projeto de Educação Patrimonial da Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina/SECARTE/UFSC, “Aprender sobre história também é coisa de criança!”. Cada grupo iniciou as atividades de um modo.

O primeiro grupo (19 de outubro) passeou pela Fortaleza de São José da Ponta Grossa explorando suas edificações, os canhões, as guaritas, os banners e exposições ali presentes e o espaço em geral e posteriormente foi até a Casa da Administração para ouvir a história sobre a construção, uso, abandono e transformação das fortalezas da Ilha em museus ao ar livre. Lá observaram e conversaram sobre o triângulo defensivo do século XVIII e sobre a miniatura de canhão. O segundo grupo (16 de novembro) iniciou as atividades ouvindo a história e em seguida foi conhecer a fortaleza.

Em ambos os grupos observamos que os canhões, as guaritas e a maquete de Santa Cruz de Anhatomirim chamaram a atenção das crianças em geral; o Calabouço e a Casa da Guarda provocaram curiosidade e certo receio em algumas crianças devido à umidade, pouca luminosidade e poucas aberturas. A aparência das paredes chamou a atenção de algumas crianças que passavam as mãos pelas pedras para sentirem as diferentes texturas. Nesses espaços várias crianças queriam saber a razão de haver palavras escritas pelas paredes e teto e o que diziam. Neste momento, aproveitamos para conversar um pouco mais sobre o que é um museu, qual sua importância, os cuidados que se deve ter com ele. Conversa ouvida com atenção e interesse por todos.

Na Capela, sentar no altar e fazer de conta que está rezando foi uma ação comum, neste espaço cada criança traz vivências e conceitos advindos de suas relações sociais; teve também quem imitasse uma noiva andando até o altar, logo que ouviram que ali ocorre, ainda hoje em dia, casamentos. Na Capela, a sacristia também chamou a atenção das crianças, especialmente por sua localização e por ficar posicionada atrás de cortinas, criando certo mistério para os pequenos que deram uma passadinha por lá para conhecer, mas sem muita demora.

Iniciar as atividades de forma diferente com cada grupo fortaleceu nossa hipótese de que a história contada no início suscita nas crianças mais questionamentos e melhor compreensão sobre o contexto e espaço visitado. Durante as atividades vamos percebendo, por meio das perguntas e comentários, a ampliação dos conhecimentos delas acerca do conteúdo trabalhado.

Fotografias: Franciely Dal Grande Rosa


A Creche Paulo Michels participa do projeto “Aprender sobre história também é coisa de criança!”

No dia 10 de outubro de 2017 a equipe da Coordenadoria das Fortalezas da Ilha, vinculada à Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebeu na Fortaleza de São José da Ponta Grossa, o grupo 5 da Creche Paulo Michels. As crianças, que já vinham aprendendo sobre a história de Florianópolis com suas professoras e já conheciam o mapa da Ilha, ficaram bem interessadas pelo Triângulo Defensivo da Barra Norte presente em banner à disposição dos visitantes na Casa da Administração da fortaleza.  Após ouvir, com muita atenção, a história, seguiram para São José da Ponta Grossa demonstrando encantamento pelas várias escunas que velejavam pela Baía. No caminho observaram as pedras utilizadas na construção da muralha da fortificação, conversaram sobre a função da guarita e o motivo da localização da fortaleza, próximo ao mar. Nas edificações ressaltaram cheiros, perguntaram sobre os antigos moradores, sobre a localização da portada e sobre os canhões. Encantadas com os passeios as crianças lamentaram seu encerramento. Para continuarem ampliando o aprendizado levaram para a Creche cartões postais e folders com histórico da fortaleza e mapa da Ilha de Santa Catarina.

Fotografias: Dalânea Cristina Flôr

  


Ensino fundamental também participa do projeto “Aprender sobre história também é coisa de criança”

No dia 21 de setembro de 2017, dois grupos de terceiro ano do ensino fundamental, do Colégio do Campeche, visitaram à Fortaleza de São José da Ponta Grossa.  Os estudantes, que já vinham aprendendo sobre história e geografia da Ilha de Santa Catarina com suas professoras, tinham muitas perguntas para fazer.  Após ouvirem a história sobre a ocupação da Ilha pelos Portugueses; o uso, abandono e recuperação das três fortalezas da Barra Norte da Ilha – emitindo suspiros de encantamento com os personagens que davam vida ao enredo – chegou a hora de esclarecer todas as dúvidas.

A elaboração das perguntas demonstrava o aprendizado prévio e o interesse pelo assunto. Qual o material utilizado para a construção e recuperação das fortificações; qual a distância entre as três fortalezas que a UFSC mantem; por que a quarta fortaleza do Sistema Defensivo inicial da Ilha (Fortaleza Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba, na Barra Sul) não foi recuperada; A UFSC prevê recuperar a Fortaleza Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba? Os espanhóis chegaram a tomar a Ilha dos Portugueses? Por quanto tempo a Ilha ficou sob a posse dos Espanhóis? Foram algumas das perguntas realizadas pelas crianças. Após longa conversa sobre o Sistema Defensivo e a ocupação do território pelos Portugueses os estudantes foram até a Fortaleza de São José da Ponta Grossa, onde conheceram as instalações, conversaram com a rendeira, esclareceram outras dúvidas e fizeram um delicioso piquenique.

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(Fotografias: Franciely Dal Grande Rosa)


Crianças do Grupo 6/7 da Creche Maria Terezinha Sardá da Luz participam do projeto de educação patrimonial das fortalezas

No dia 19 de setembro de 2017,  o Grupo 6/7 da Creche Maria Terezinha Sardá da Luz participou das atividades do projeto “Aprender sobre história também é coisa de criança”.  As crianças, com idade entre três e quatro anos e meio, atentas à história demonstraram interesse pelos soldados, índios, navios e canhões. No percurso entre a Casa da Administração e a Fortaleza de São José da Ponta Grossa observaram escunas, buscando identificar piratas e ao mar, procuravam avistar golfinhos e botos. Na fortificação, além de conversarem com a rendeira e observar sua arte, revisitaram as edificações comentando sobre seus detalhes, funções e antigos moradores.

  

Fotografias: Dalânea Cristina Flôr e Bruna Moraes

Crianças dos Grupos 5 das Creches Maria Terezinha Sardá da Luz e Rosa Maria Pires visitam a Fortaleza

Nos dias 12 e 14 de setembro a equipe da Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, vinculada à Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina(UFSC), recebeu dois grupos de crianças da educação infantil, com suas professoras, para participarem das atividades do projeto “Aprender sobre história também é coisa de criança”. Um grupo era da Creche Maria Terezinha Sardá da Luz (12/09/2017) e o outro da Creche Rosa Maria Pires (14/09/2017).

As crianças da creche Maria Sardá da Luz, situada na Praia do Forte, comunidade onde também está localizada a Fortaleza de São José da Ponta Grossa, já conheciam a fortificação, porém, a visita deste dia ganhou mais significado com os novos conhecimentos que tiveram acesso a partir da história contada, da observação dos banners sobre as três fortalezas que compõe o triângulo defensivo da Barra Norte da Ilha de Santa Catarina e com a conversa sobre a temática.

Já para as crianças da creche Rosa Maria Pires, a visita foi novidade! Concentradas na história, curiosas para conhecer os personagens e muito interessadas na Fortaleza de São José da Ponta Grossa, as crianças se divertiram aprendendo.

A presença de uma miniatura de canhão na Casa da Administração, bem como, os banners sobre as três fortalezas, chamou a atenção das crianças de ambas as Creches, já na chegada. O encantamento delas pela história as deixou concentradas, atentas aos detalhes e emitindo suspiros com um ou outro personagem.

Entre os aspectos que mais chamaram a atenção das crianças podemos destacar os canhões, sobre os quais queriam saber se atiravam, tanto antigamente quanto agora, como funcionavam, de que eram feitos,  por que não podiam tocá-los, etc; a Guarita provocou o desejo de entrar para perceber a sensação de como é estar em um espaço tão pequeno. Vista de fora, ela evocou a relação com a guarita apresentada na história e com os castelos;  os espaços mais fechados, como o Calabouço, a Casa da Guarda e o Paiol da Pólvora, chamaram a atenção pela pouca luminosidade e pelo cheiro de espaço fechado e úmido. Por vezes provocaram medo; os soldados chamaram a atenção pela vestimenta; os banners provocaram a relação entre as imagens neles impressas e os personagens utilizados para contar a história; os folders encantaram pelas imagens, bem como pelo mapa, que lembra um “mapa do tesouro” e dá ideia de localização, a partir da qual as crianças ficaram tentando localizar suas casas, suas comunidades.

Por meio dos comentários e reações vamos constatando a ampliação dos conhecimentos das crianças e objetivamos com isso que elas se tornem pessoas mais sensibilizadas pela importância de valorizar e proteger o patrimônio histórico cultural.

       
       

Imagens (de cima para baixo): crianças da Creche Rosa Maria Pires; crianças da Creche Maria Terezinha Sardá da Luz conhecendo a Guarita; crianças na entrada da Fortaleza de São José da Ponta Grossa; olhando a miniatura de um canhão; visitando o Quartel da Tropa; ouvindo a história; conhecendo os canhões da fortaleza.

(Fotografias: Franciely Dal Grande Rosa)


Coordenadoria lança novo projeto “Aprender sobre história também é coisa de criança!”

A Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, vinculada à Secretaria de Cultura e Arte, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), iniciou na quinta-feira, dia 24 de agosto de 2017, o projeto de educação patrimonial “Aprender sobre história também é coisa de criança!”, voltado às crianças/estudantes da educação infantil e do primeiro, segundo e terceiro ano do ensino fundamental.

Em seu primeiro dia de atividade, o projeto recebeu um grupo de crianças da Creche Poeta João da Cruz e Souza, da rede municipal de educação de Florianópolis, acompanhado por suas professoras: Raquel Nunes de Oliveira, Elisabete Corrêa Carvalho e Manuela Catarina Gomes.O objetivo do projeto é aproximar as crianças/estudantes dos conhecimentos relacionados à história das fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim, Santo Antônio de Ratones e São José da Ponta Grossa, e sua vinculação com a história de Florianópolis, e sensibilizá-las para a importância de valorizar e preservar o Patrimônio Histórico Nacional.

Trata-se de uma atividade de contação de história, utilizando o recurso “Caixa de História”, por meio da qual as crianças/estudantes têm acesso às informações iniciais sobre a construção do sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina, o uso, abandono e a restauração das fortalezas e sua consolidação como museus ao ar livre.

A contação de história é seguida de uma visita à Fortaleza de São José da Ponta Grossa, onde as crianças/estudantes podem constatar, por si mesmas, as belezas e a imponência da fortaleza.

O trabalho toma como base a compreensão de que é preciso possibilitar para as crianças, desde pequenas, os conhecimentos produzidos historicamente pela humanidade e que as pessoas só valorizam e cuidam daquilo que conhecem.

O projeto possibilita, ainda, que as crianças/estudantes levem para a sua instituição folders, flyers e cartões postais sobre as fortificações e indica aos professores materiais para aprofundamento do conteúdo.

Nessa primeira experiência, as crianças demonstraram bastante interesse pela história, pelo material impresso e pela Fortaleza de São José da Ponta Grossa, fazendo a relação entre aprendizados obtidos com as professoras e elementos apresentados durante a visita.

Visitas poderão ser agendadas pelo e-mail agendamentofortaleza@contato.ufsc.br

Mais informações:

Fotografias: Franciely Dal Grande Rosa